domingo, 2 de janeiro de 2011
Recanto da Poesia: Um dia...
Recanto da Poesia: Um dia...: "Um dia... Um dia Um olhar... Olhos que enxergam A transparência d’alma! A certeza Do florescer A semente do amor! Um dia... Dois ol..."
sábado, 1 de janeiro de 2011
Recanto da Poesia: Um dia...
Recanto da Poesia: Um dia...
Uma noite...
Nessa noite
coloquei um raminho
de alecrim debaixo
do meu travesseiro
e sonhei...
sonhos de amor contigo...
Um raminho de alecrim
e meus mundos
descobertos,
em sonhos,
por ti....
Um raminho de alecrim
e teus sentires
abertos,
em sonhos,
por mim...
Um pequeno,
perfumado,
doce
raminho
de alecrim...
E nossos
sagrados
sonhos
de
liberdade!!!
Um raminho de alecrim
Recanto da Poesia: Um dia...
Recanto da Poesia: Um dia...
Uma noite...
Nesta noite
coloquei um raminho
de alecrim
debaixo do travesseiro
e sonhei...
sonhos de amor contigo.
Um raminho de alecrim
e meus mundos
foram descobertos,
em sonhos,
por ti...
Um raminho de alecrim
e teus sentires
foram abertos,
em sonhos,
por mim...
Um pequeno,
perfumado
e doce
raminho
de alecrim...
E, lá fora,
nossos
sagrados
sonhos
de Liberdade!
Jussara Cony
Postado em 1 de janeiro do ano da graça de 2011...
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Crianças...
A menina olha
e pergunta: menininho,
bonitinho,
onde está teu sapatinho?
O menino, espantado
com tamanho afago,
olha os pés que não carecem
de sapatos para andar
E, à menina, responde:
não gosto de sapatos,
eles não me deixam voar.
E, tu, menina,
por que não tens a fita
nos cabelos?
Ao menino ela diz:
não gosto de fitas,
elas prendem meu pensamento.
Menino, menina,
livres como o vento!
Para Jairo e Polaco, irmãos de sempre.
e pergunta: menininho,
bonitinho,
onde está teu sapatinho?
O menino, espantado
com tamanho afago,
olha os pés que não carecem
de sapatos para andar
E, à menina, responde:
não gosto de sapatos,
eles não me deixam voar.
E, tu, menina,
por que não tens a fita
nos cabelos?
Ao menino ela diz:
não gosto de fitas,
elas prendem meu pensamento.
Menino, menina,
livres como o vento!
Para Jairo e Polaco, irmãos de sempre.
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